josedasilva @ 18:12

Sex, 22/09/06

O Marco, escreveu à algum tempo, um interessantíssimo artigo sobre o fenómeno, Long Tail. Li na altura e confesso que fiquei com algumas dúvidas.

À alguns dias o Edson apontou-me para um software "web based" que permite, nada menos do que, rastrear os hits para uma página de internet vindos de motores de pesquisa, permitindo assim uma compilação das palavras pelas quais é mais pesquisado e que levam ao website.


O sistema chega a desenhar-nos de um modo muito gráfico e intuitivo uma tabela de frequências de acesso, pelas nossas palavras chave e pelas nossas palavras "long tail", assim como a percentagem de acessos vindo através de palavras chave e outras.

Usei o sistema em dois dos meus websites, este blog e o website do centro de explicações Educabox, e penso que o sistema, e a forma fácil como permite a análise é brilhante, com o seguimento frequente dos dados apresentados e optimização dos conteúdos, consegue-se um aumento de visitas deveras interessante.

www.mylongtail.com
Fica aqui a dica, e o uso do sistema é gratuito!

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josedasilva @ 18:04

Qua, 20/09/06

A Zend lançou à cerca de uma semana a Certificação em Php5, esta certificação não se trata apenas de um upgrade a certificações PHP4, é um exame novo completamente re-desenhado que abrange as seguintes áreas:

  • O básico do da linguagem

  • XML e Webservices

  • Funções

  • Arrays

  • Programação por Objecto

  • Programação de Rede

  • Design e Teoria

  • Diferenças PHP4/PHP5

  • Segurança

  • Strings e Patterns

  • Bases de Dados

  • Funcionalidades Web



O programa detalhado pode ser consultado na página da Zend.

O custo da certificação PHP5 é de $125, o mesmo preço da certificação da de PHP4, se optar pelas duas juntas pagará $225 (-$25) do que se efectuar as certificações separadamente.

Ao contrário do pensado por muitas das pessoas com quem troco impressões regularmente existem diversos centros aptos a efectuar o exame da certificação em Portugal, para os descobrir basta ir á página da Vue e navegar pela secção de localização de centros de testes.

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josedasilva @ 16:51

Qua, 20/09/06

Pois é, o uso detse tipo de técnicas, onde não temos o total controlo sobre a velocidade e ordem de recepção de pedidos leva por vezes a histórias destas, aliás é por isso mesmo se chama assíncrono.

Num dos testes de laboratório que tanto gosto de efectuar, estive a testar multiplos pedidos simulâneos assincronos, o que me levou à descoberta de um possível problema, quando não temos em mente que dois pedidos assíncronos, efectuados no mesmo momento, podem ter tempos de resposta variáveis.

Imaginemos a seguinte iteracção:

1. Click num qualquer botão leva ás seguintes acções:

1. Envio de pedido para alterar o estado de um registo na base de dados e actualização da "div" actual
2. Envio de pedido de actualização de uma segunda "div" com o registo editado anteriomente já actualizado

A ideia é simples, imaginem-se duas listas, onde numa se listam registos activos e na outra se listam registos inactivos. Imagine-se que se deseja inactivar um registo, a estratégia passa por actualizar o registo na base de dados como inactivo e actualizar ambas as listas de modo a que o registo passe a constar imediatamente da lista certa.



  1. function deleteRecord() {

  2. doAjaxTODeleteRecordAndUpdateDeletedRecordList() ;

  3. doAjaxTOUpdateActiveRecordsList();

  4. }



O problema ocorre quando o pedido assíncrono de edição do registo para estado inactivo é executado após o pedido de actualização das listas. No meu caso o registo de edição era efectuado antes da actualização das listas, umas vezes e noutras nem por isso.

A solução poderia passar por:



  1. function deleteRecord() {

  2. doAjaxTODeleteRecordAndUpdateDeletedRecordList();

  3. setTimeout(doAjaxTOUpdateActiveRecordsList(),1000);

  4. }



A solução pode passar por obrigar o segundo pedido a ter um delay de alguns micro segundos, não garante que é tratado antes, mas garante que existem infimas probabilidades de não o ser. Ou então executar apenas o segundo pedido quando recebermos a resposta do primeiro.
UPDATE [21 Set 2006]
O Marco, do Webaserio, apresentou uma outra solução para o problema, basicamente a alternativa dele seria actualizar as duas listas na mesma chamada assíncrona, eliminando assim uma das chamadas e conseguindo garantir a ordem das respostas. Outra das soluções falada, em conversa com ele, era a da possibilidade de efectuar a actualização das listas apenas com javascript, e esta seria a solução mais eficaz, que sonsistia em mudar os elementos de lista usando javascript, directamente no DOM.Existem diversas formas de efectuar o mesmo procedimento, vamos ter de optar pela mais correcta dado o problema.

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josedasilva @ 11:21

Sex, 15/09/06

Não é novidade para ninguém, os centros de explicações proliferam em todas as cidades, e raramente quando abro o jornal não vejo um anuncio de uma empresa do ramo.

Num dos jornais diários que leio todos os dias, à uns dias realçou um estudo da DECO sobre um universo estudado, em que foram detectadas algumas falhas graves, nos centros de explicações estudados.


É importante ter em conta muitos factores na hora de optar por um complemento educativo para o seu educando, e dos que me recordo, os mais importantes serão:

1. Perguntar por referências

Não há melhor referência que falar com o pai, ou aluno que frequente o centro, a pedir opinião sobre o serviço e a qualidade do mesmo.

2. Falar com o responsável pelo centro

É extremamente importante agendar uma reunião com o responsável do centro, para ficar a conhecer o centro, efectuar um inquérito sobre os métodos usados no centro e descubrir as regras do mesmo.

3. Que meios existem

Que meios existem para dar o apoio e suporte técnico e humano que o seu filho necessita durante o tempo que passa no centro? É um ponto extremamente importante, e que raramente é posto à prova.

4. O preço não é tudo

Por muito mal que esteja o panorama nacional, lembre-se sempre que um mau investimento é deitar dinheiro á rua sem ter o proveito necessário, errar na escolha do centro de explicações para o seu educando, resulta num investimento anual falhado e ainda numa perda de ajuda que o aluno necessitava e não tinha. O preço é importante, desde que aliado á qualidade que é sempre necessário ser máxima. por outro lado, lembre-se que o preço não é sinónimo de qualidade, a diferenciação de preços muitas vezes depende da estratégia adoptada por cada centro de explicações e da área em que se insere.

A visão empresarial


Como qualquer empresa, em qualquer ramo, um centro de explicações, é desenhado para dar lucro, sendo esquecido muita vezes o factor, mais importante do meu ponto de vista, a qualidade. A qualidade é sinónimo de melhores resultados por parte dos alunos e de um grau de satisfação.

Do ponto de vista empresarial, e neste aspecto falo por experiência própria, pelo exemplo do centro de explicações do qual sou sócio, como se aumenta a qualidade.

1. Apostar em pessoal docente qualificado

Uma aposta efectiva em pessoal altamente qualificado, sempre com curso superior, no minimo, e com experiência na área sobre a qual vai operar.

2. Dinâmica e Adaptabilidade


È necessário um plano de estudos e apoio, adaptado a cada aluno, é extremamente importante ter em mente que cada aluno tem o seu própio ritmo, e não deve ser usada uma estratégia global no método de apoio.

3. Dedicação

Este ponto, deveria ser em todas as empresas, e quando se interage num grau muito elevado com pessoas, é ainda mais importante, é extremamente importante a dedicação do docente, no que respeita ao gosto pelo que está a fazer e na transmissão de conhecimentos ao aluno. Não podem existir dias maus.

Certamente existem muitos outros pontos, que pessoas com outras experiências detectarão, no entanto no meu ponto de vista estes são os ingredientes necessários para um serviço ideal, no exigente ramo que são os centros de explicações.

Por outro lado, urge legislar a actividade rapidamente, ou no minimo criar um mecanismo de certificação das empresas.

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josedasilva @ 15:20

Seg, 11/09/06

EmpreendedorO Jim Logan do BizInformer escreveu no passado dia 8, a razões porque não gosta de descontos.

Ora, fez-me acender uma luzinha dentro de mim, e descobri que afinal também não gosto de descontos,pode parecer estranho, mas é verdade.



As razões são:

1. O produto estava sobre-valorizado

Um desconto sobre um bem ou serviço, significa que oproduto estava sobre-valorizado e que o cliente estava a pagar mais por ele do que o seu real valor.

2. O cliente pode "e deve" sentir-se ofendido

Um cliente que durante N meses pagou X, pode e quanto a mim deve sentir-se ofendido por no outro mês que falta, o mesmo produto que adquiriu a preço X estar agora a ser vendido a X-Desconto %.

Existem algumas opiniões que defendem que um desconto é sinónimo de gostar dos clientes e acrescentar valor ao cliente ao efectuar descontos, eu não concordo!

Concordo que se deve acrescentar valor a uma compra, tornando o cliente num cliente satizfeito, mas não usando o método de desconto, epnso que o mais justo é usar uma promoção. Uma promoção é adicionar valor e vantagem a uma compra sem lhe diminuir o valor.

Passo a explicar:

Desconto: O artigo X custava Y neste momento custa Y - Desconto (%).

Promoção: Na compra do artigo X por apenas mais Y, leve o artigo X + o artigo Z. Ou seja não estamos a retirar valor ao produto, estamos a desenhar um pacote em que a compra de dois artigos conjuntamente sai mais barato do que um artigo individual.
Sou a favor de uma boa promoção, mas não de um desconto, que não acrescenta valor á compra do cliente, mas sim desvaloriza o produto.

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josedasilva @ 12:32

Ter, 05/09/06

BrandComo em muitos aspectos da nossa sociedade, em portugal é mais dificil, porquê?Por diversos aspectos inerentes ao nosso modo de viver e de estar no mundo dos negócios e na vida em comum com o próximo, um modo de estar simplesmente distante e indiferente!

É assim que se torna extremamente dificil estar no mundo dos pequenos negócios em Portugal! Não é tudo culpa do "quem somos", mas do "como fazemos".

5 Razões para ser muito dificil deixar de ser pequeno !

1. Falta de visibilidade empresarial

Sendo os pequenos negócios, muitas vezes geridos com pessoas de conhecimentos profundos na área onde actuam, não dispõem de visibilidade empresarial nem de conhecimentos de gestão para ajudar a levantar o negócio um ponto mais acima. É neste capítulo que a formação ajuda em sobre-maneira, armar-se com novas armas ajudam a combater a concorrência.

2. Ver a formação como um gasto

Olha-se a formação como um custo e não como um investimento com imenso retornou, e ficando paralizado no tempo não vai ajudar em nada a empresa a atingir caminhos mais além. É possível, mesmo em Portugal começar pequenino e deixar de o ser, e a formação em áreas como a gestão têm um peso importante nesta fórmula.

3. Olhar para o próprio umbigo

Uma grande maioria dos empresários portugueses não estão disponíveis para parcerias estratégicas, sim o tema não se aplica apenas aos grandes gigantes do nosso mercado. Parcerias entre pequenas empresas ajudam todos os elementos da parceria, crescendo todos na pirâmide.

4. Investimento em publicidade, um gasto desnecessário

O investimento em publicidade e em divulgação da marca não deve nem pode ser visto como um gasto, mas sim como um investimento que irá fortalecer a marca e nome no mercado, os resultados podem não ser visíveis de imediato, mas os efeitos residuais ficarão no mercado, dependeo do tipo de publicidade o efeito pode demorar mais ou menos tempo a ser visível, no que respeita a resultados práticos. Neste capítulo as parcerias com empresas de ramos diferentes pode ajudar, sendo que com a parceria certa, pode transformar 10 unidades de publicidade em 20 unidades, ou mais, dependendo do número de parceiros, desde que acordem efectuar publicidade conjunta. refiro-me ao ponto anterior (3).

5. Os empregados são um peso no orçamento da empresa

Esta visão está totalmente errada, os funcionários e as pessoas são o valor mais importante da sua empresa, olhar para eles como um peso ou gasto, resulta em incapacidade de liderança e motivação da sua equipa. Ao motivar a sua equipa está a aumentar a satisfação no trabalho, resultando num aumento de produtividade e caso seja o caso, num melhor atendimento do cliente e posterior aumento da satisfação deste, ou seja:

> Motivação da Equipa > Produtividade > Satisfação no emprego > Eficácia na iteracção com o cliente > Satisfaçaõ do cliente > Volume de transacções

Se estes pontos forem trabalhados, com certeza o valor do seu pequeno negócio irá subir, e tudo será mais fácil no mundo empresarial que o envolve.



josedasilva @ 12:29

Sex, 01/09/06

EmpreendedorRecolher dados, e armazená-los para usar, a curto ou longo prazo é extremamente importante. Caso esses dados e informação não sejam recolhidos, perder-se á uma excelente oportunidade de medir os diversos factores de sucesso aplicáveis caso a caso.

Na publicidade, seja qual for o tipo, é extremamente necessário a avaliação de resultados para que se obtenham dois factores, sucesso da campanha realizada, definição do uso do mesmo meio ou não em futuras campanhas.

Que factores se podem medir num mercado ?

1º Medir a profundidade da campanha - Medição da profundidade da campanha é nada mais que avaliar a quem chegou a divulgação pretendida, num mercado local é muito importante esta avaliação. é necessário, como em qualquer mercado, a avaliação do objectivo / público atingido, por exemplo, num jornal, não basta sabermos a tiragem para assumir esse público como sucesso de visualização, é necessário estimar qual a percentagem desse público visualizou a publicidade.

2º Medir Resultados - Medir resultados, não é mais do que conseguir determinar com uma grande taxa de certeza, que meio de publicação da campanha, gerou que resultados, por exemplo, imagine-se que a campanha lançada incluia um jornal local e uma distribuição de panfletos porta a porta, é extremamente importante media caso a caso o valor de cada uma. Este factor no meu caso permitiu-me avaliar a necessidade de apostar mais num meio em comparação com o outro. Os resultados espectáveis devem ser distintos de meio de comunicação usado, o público alvo é diferente e o meio como é apresentada a informação também.
Dica: Uma forma muito usada para descobrir através de que meio publicitário da campanha, o cliente chegou á compra, é usar caso seja o caso, códigos promocionais diferentes para cada meio, ou telefones de contacto distintos para informações,...

3º Definir objectivos - É importante definir objectivos para cada tentáculo de uma campanha, de modo a que no final possamos calcular com precisão o sucesso ou insucesso da campanha, este ponto é muito dificil de se efectuar na 1ª campanha, em determinado meio, mas bastante fácil de determinar nos subsquentes.

A título exemplificativo, suponhamos que a campanha inicial teve uma taxa de sucesso de 1000 vendas para um público atingido de 50000, digamos 1000/50000 = 0.02 ou sensivelmente 2%, para um investimento de X, podemos facilmente calcular uma relação directa entre o público atingido / numero de vendas e o investimento, e com alguma objectividade prever se com o aumento do investimento o aumento se repercute linearmente nas vendas.

O importante, seja qual for o ramo ou negócio é guardar e tentar recolher todos os dados possíveis para análise e quantificação em futuras campanhas. È extremamente importante, e nos dias de hoje mais ainda, conseguir quantificar o resultado expectável em receita para determinado montante de investimento em casa campanha e meio.

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Blog pessoal de José Silva. Sou programador informático, nos últimos anos dedicado quase exclusivamente ao PHP.
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