josedasilva @ 17:15

Sex, 29/02/08

Sentado na praia, enquanto escrevo este artigo , faz-me lembrar quando, "era mais pequeno e queria ser grande, tinha sonhos, era teimoso nos meus ideais, e tinha sempre uma opinião sobre muitas coisas, por vezes demais.

Estar na praia, a olhar o mar, faz-me relembrar esses sonhos, e isso transporta-me para o que observo, em Portugal principalmente.

Saltam-me ao pensamento várias questões sobre as quais, e como sempre, tenho uma opinião, mas será que todos temos opinião sobre o assunto? Porque será que quando crescemos, deixamos de ter os sonhos, ou os deixamos simplesmente adormecer?

Sonhos como, ser independente, e não nos transformarmos nos nossos pais, os meus fizeram um excelente trabalho e adoro-os, que a todo o custo passaram os dias a trabalhar para manter a casa, o carro, a educação dos filhos, reféns da própria vida que desenharam aos poucos.

Será que começamos a crescer, e a querer bens materiais, como casa, carro, a formar família, nos torna tão responsáveis perante tudo que nos faz matar a liberdade de espírito que nos obrigava a seguir os sonhos ?

Será que o consumismo instaurado na sociedade que nos rodeia, nos leva a querer cada vez mais e assim adiar dia após dia os nossos sonhos e liberdades? Se assim é, não estamos a fazer nada senão a vender os nossos sonhos, e a viver a vida que não queremos, mas quem consegue contrariar as correntes deste rio que nos obrigam a navegar com ele, porque remar acarreta muitos riscos, que o comodismo não nos deixa assumir.

Também eu tenho sonhos, sei quais são, só não sei o que fazer com eles!

Qual é a vossas opinião ?


Bruno Pedro @ 00:28

Sab, 01/03/08

 

Penso que deves enfrentar esses sonhos e ganhar coragem para torná-los realidade.

Como já dizia o poeta, "O sonho comanda a vida". O meu lema de vida é:

"Nunca te arrependas daquilo que fizeste. Arrepende-te antes daquilo que não fizeste."

Ou seja, só a tentar se consegue realmente saber se somos capazes de alcançar os tais sonhos.

Marco Santos @ 12:28

Ter, 11/03/08

 

Muito profundo amigo...

Tudo depende dos sonhos que tinhas, do que realmente fizeste para la chegar (sacrifícios e opções de vida), e das voltas que a vida inevitavelmente da'.

Acredito no entanto que gostas do que fazes. Pessoalmente acho que não e' possível chegar ao teu patamar qualitativo sem apreciar a profissão.

Se e' aquilo que sonhavas quando eras pequeno? Talvez não, se calhar ate nem tem nada a ver com os teus sonhos iniciais. Os sonhos de criança passam sempre por coisas do género de jogador de futebol, piloto de carros ou aviões, espião, medico, policia ou ate bombeiro, mas não engenheiro ou programador :P


Acho que o problema e' que as responsabilidades "matam" ou adormecem os sonhos. Há certas coisas que são impossíveis de conciliar.
Acho que dai aparecem aquelas crises de meia-idade como lhes chamam.



Blog pessoal de José Silva. Sou programador informático, nos últimos anos dedicado quase exclusivamente ao PHP.
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